Minha semana com o Agile

Chevrolet Agile
Não acreditei muito quando fui chamada para fazer o teste no Chevrolet Ágile. Pensei que somente super motoristas, pilotos, jornalistas desta área é que poderiam testar um carro antes de sair no mercado. Bem, me enganei, porque a GM saiu na frente e chamou vários blogueiros para testar.
E eu estou nesta lista. Mas como, uma jornalista/blogueira de moda, que nada tem a ver com esta área estava fazendo neste meio. Bem, na realidade, eu não sei ao certo, mas a experiência foi boa, ainda mais como consumidora tive a oportunidade de conhecer um novo modelo, com design diferente, super confortável e um modelo que me surpreendeu. O mais interessante foi a semana com ele.. Mais isto vou tentar contar dia-a-dia.
Dia 23/10:
Como a placa do Agile é de sexta, me programei para pegá-lo depois das 8 da noite. Bem lá fui eu em direção a AG2 pegar o carro. Não estava ciente ainda do que eu iria ter em minhas mãos, mas quando a Mariana me mostrou o carro, eu parecia uma criança, meus olhos brilharam e eu me senti ganhando a minha primeira bicicleta.
O Agile é muito lindo, imponente, com um design arrojado, lembrando um pouco a frente da Captiva, mas só que mais compacto, já que ele é da categoria dos hatch.
Saí da agência e fui em direção para a marginal. Estava tão tonta que não sabia para onde ir. Meu marido estava numa reunião com os amigos. Liguei para a minha irmã, e ela me disse que estava na apresentação do meu irmão no Itaú Cultural. Era um show em homenagem ao poeta Paulo Leminski, pai de minha cunhada.
Cheguei ao estacionamento e parei o carro para o manobrista. Ele foi me entregar o ticket, e quando viu o que estava escrito, falou para a moça do caixa: “Ei, este aqui não é o Vectra não, é o novo da GM”. Nossa, o cara sabe tudo. E no ticket veio: carro não cadastrado. É não deve ter ainda no sistema de tão novo que é.
Assisti ao show e saí com minha irmã e uma amiga para comer alguma coisa. Ficamos pensando aonde vamos? Rodamos pela Vila Mariana e resolvemos parar num barzinho de esquina. Mas o problema, onde parar o carro? Dei mais uma volta no quarteirão, e minha irmã falou: “Pare na frente do bar”. Mas eu falei: “aqui, neste lugar? As pessoas fumando, sei lá!”. Ela disse: “Espere”. E abaixou o vidro do carro e perguntou a um moço que estava na frente do bar: “Oi, posso parar aqui?” E ele disse: “claro!, esta vaga é sua. Cabe direitinho o seu carro” Parecia que aquela vaga estava me esperando mesmo. É, antes fosse mesmo meu! Estacionei o Agile, com a ajuda do moço, e entrei no bar.
Na volta, deixei minha irmã em casa e fui em direção a minha. Ainda não estava segura em dirigir, sabe como é, carro novo, você fica com aquele cuidado. Tanto que fui mais devagar do que o habitual. Estacionei na garagem e subi, ainda não acreditando no que estava em minhas mãos.
Dia 24/10 – sábado
Bem, hoje o dia já começou corrido. Tenho um evento de uma empresa de celular para ir, meu marido tinha que resolver algumas coisas, e mais à noite eu iria participar de um programa de TV como voluntária, para ajudar a AACD a arrecadar fundos no Teleton. E foi nesta brecha que meu marido, Claudir Segura, disse: “Então hoje eu vou dirigir o Agile”.
Participei do evento, e liguei para o Claudir vir me buscar, e falei: “Venha logo!” (acho que já era saudade do Ágile). Já tinha ido com ele até o WTC como passageira, e percebi o conforto do carro, sem contar outros detalhes que o motorista não vê: luz, espelho para me maquiar, o porta-luvas e porta objetos, coisinhas que só uma mulher gosta. E foi aí que descobri, ao olhar mais atentamente, que o rádio tinha Bluetooth.
Já estava utilizando o rádio, não tinha mexido na programação feita pelo Luiz Yassuda, porque gostei da seleção rock/ notícias que ele deixou programado. Mas não tinha visto o Bluetooth. Lá fui eu tentar entender como conectar meu celular ao rádio, mas sem sucesso. Pensei somente: “bem, pelo menos o pendrive eu já tenho com as músicas, é só pegar em casa”.
No caminho de casa, o Claudir me contou que o Agile atraía vários olhares. Também o carro é bonito e chama muito a atenção. Quando ele chegou ao WTC, percebi isto: a imponência e a beleza do carro. Realmente, ele chama a atenção!
Dia 25/10 – domingo
Tudo era motivo para sair de carro. Quer ir a padaria? Vamos de Agile! Quer levar o cachorro ao pet? Vamos de Agile! Tanto que falei para o meu irmão (@teomruiz) vir até em casa passar um dia conosco para conhecer o carro. Aproveitei que ele estava de passagem por São Paulo (ele mora em Curitiba), pedi para ela deixar o Corsa dele na garagem e sairmos de Agile.
Fomos até a rodoviária, porque minha cunhada ia embarcar de volta para Curitiba, enquanto ele iria ficar em São Paulo para resolver algumas coisas. Lá fomos nós até a Rodoviária do Tiete… de Agile! O legal é que muita gente parece não conhecer o carro e muitos olhavam.
O mais engraçado foi na hora de estacionar. No estacionamento, o funcionário (não era bem um manobrista) que estava organizando as vagas, indicou uma para nós, mas que era muito apertada. Quando ele viu o carro, ele falou: “Carro novo, doutor? – era o meu marido quem estava dirigindo – Coloca nesta vaga aqui, é maior! Carro novo precisa de espaço!” E logo em seguida ele perguntou qual era o modelo, e nós falamos que era o Agile. E ele disse: “É o novo da GM, já vi, vi aquele amarelo outro dia. Bonito o carro, doutor, parabéns!”

O espaço que o manobrista nos deu na rodoviária do Tietê
Na volta fomos almoçar, e eu ainda tentando ver como funcionava o Bluetooth. Não estava me dando bem com tanta tecnologia, mas quando consegui entender o funcionamento do rádio, liguei o Bluetooth do meu celular e pronto: conectado! Agora ninguém me segura!
Dia 26/10 – segunda
Acordei cedo para trabalhar e fiquei pensando: “onde deixarei o carro?” Onde trabalho não tem estacionamento, somente um grande supermercado que só abre às 8, e que, às vezes, largo o carro lá depois do almoço. Não teve jeito, atrasei um pouquinho para pegar os portões abrindo e deixar o Agile lá. Vou deixar na rua? Claro que não.
Bem, segunda-feira é um dia longo, já que depois do trabalho eu vou dar aula no interior. Bem, nada melhor do que pegar a estrada com o Agile e testar o carro. Peguei a Marginal Tietê e depois a Rodovia Anhanguera e fui em direção a Campo Limpo Paulista. Na estrada é que você percebe o carro. A agilidade, o desempenho e o conforto. O carro se saiu muito bem, foi econômico e confortável.
Ainda mais que peguei a maior chuva! O carro é estável, os faróis de neblina me ajudaram muito, pois com o calor formou uma neblina chata. Sem contar com o acendimento automático que me ajudou bastante estes dias!
Cheguei para dar aula, mas não quis estacionar o carro no estacionamento dos professores, é muito apertado e poderiam aranhar, pedi para a menina do estacionamento deixar eu colocar do lado do portão, ela prontamente atendeu o meu pedido, e deixe Agile lá, debaixo de uma chuva.
Na volta, correu tudo bem, resolvi pegar a Rodovia dos Bandeirantes, pois é mais rápida. Ainda bem que a chuva tinha parado e pude andar um pouquinho mais rápido. Sempre respeitando os limites de velocidade.
Dia 27/10 – terça
Na volta do trabalho, dei carona para duas colegas. Mas antes falei: vocês se importam em ir com um carro diferente. Claro que elas não se importaram. Quando viram o Agile disseram: “que carro bonito, que chic, que confortável!”, entre outros elogios. Deixei-as em seus respectivos lares e fui para o meu.
Ao chegar em casa, o Claudir já disse: “Agora é a minha vez de dirigir, certo? Já é que é o último dia em que vou pegá-lo, portanto, vamos sair!” Esta semana também começou cheia. Como o Claudir tem um blog de culinária, ele estava participando de uma ação para escolher os melhores petiscos da cidade, portanto, rodamos bastante desde domingo nos mais variados botecos da cidade! No domingo foram dois, e hoje mais um! Ao todo serão 7!
Chamamos um casal do @bazarpop para irem conosco a um bar português, e falamos: “Deixem seu carro aqui em casa e vamos de Agile, assim vocês conhecem o carro”. Não falei que ele virou motivo para tudo!
Dia 28/10 – quarta
Acordei pensando: “que bom que não é o meu rodízio!” porque o meu carro a placa é de quarta-feira, e é o pior dia para mim, porque tenho que acordar muito cedo e sair muito tarde do trabalho. Mas pensei, é… Eu estou com o Agile.
Fui para o trabalho, mas com uma pontinha de tristeza: amanhã terei que devolvê-lo. Tratei-o com muito carinho. Dirijo normalmente com cuidado, mas com ele foi redobrado. Parei todo o dia no estacionamento do supermercado, para não ficar na rua e não sofrer nenhum arranhão.
Na ida pela Marginal Pinheiros, fui notando algumas coisas, que com a empolgação e euforia de uma semana agitada, não tinha percebido. Como é gostoso dirigi-lo! Sem contar o campo visual que ele tem, os espelhos são ótimos e te dão total visão, sem contar o vidro da frente amplo, que proporciona um conforto visual e muita noção de espaço.
Ah.. sem contar que gostei muito dos porta-trecos que ele tem, o local para colocar o GPS, muito bem pensando, porque toda hora eu tenho que tirar o meu e guardar no porta-luvas com medo de roubarem.
Voltei para casa no final do dia, feliz porque não precisei esperar pelo horário do rodízio, dei mais uma vez a carona para as minhas colegas que queriam andar no “carro bonitão”. Mas, ao chegar em casa, veio novamente aquela pontinha de tristeza porque o sonho iria acabar amanhã à noite. Parei o carro na garagem, dei uma olhada e pensei: ele combina tanto com este lugar! RS… Boba, eu?
Dia 29/10 – quinta
Levantei e o Claudir falou: “Que horas você vai devolvê-lo?”. Respondo: “Às 18h, infelizmente”. Fui ao trabalho, liguei o rádio, o celular conectou-se automaticamente a ele (acho que até o celular vai sentir falta) e fui.
No fim do dia, peguei o carro, juntei as minhas coisas e fui em direção a agência. Peguei um trânsito medonho. Parece que o universo conspirou para eu ficar mais um pouquinho com ele.
Comecei a ficar receosa porque, utilizei o tanque todo que a agência tinha abastecido, sem colocar uma gota, e pensei: “você não vai me deixar na mão agora, né?” Claro que não, a luz para reabastecer só ascendeu a poucos metros da agência. Liguei para a Mariana para perguntar se dava para chegar e ela me disse que sim, e aí perguntou: “Você reabasteceu com o que: álcool ou gasolina?”, e eu respondi: “nada, usei o que vocês me colocaram”. Ela ficou espantada, nem tinha idéia de como o carro foi econômico na minha mão.
Entrei na garagem, e esperei pela mariana. Enquanto isto, tirei as ultimas fotos para guardar. Não tirei nenhuma dentro dele, mas já vale as que eu coloquei no meu flickr. Bem, com tristeza devolvi a chave do carro e entrei no meu, e nem vi a hora que ela recolheu o carro. Foi melhor, assim não vi o meu sonho ir embora.
Mas adorei esta semana agitada e ainda mais a bordo do Agile!


























